quarta-feira, 6 de outubro de 2010

OS JOVENS E A PJM NA UNIVERSIDADE: REFLEXÕES, EXIGÊNCIAS E HORIZONTES - Parte II



O texto abaixo foi escrito por Fabiano Incerti, Assessor do Setor de Vida Consagrada e Laicato. Fabiano fez parte da equipe internacional que redigiu o documento da PJM em nível do Instituto Marista e esteve na Subcomissão da Pastoral Juvenil Marista das américas por 4 anos representando o Brasil.




Contudo, não há descoberta da vida e da fé que se faça sozinho. Um dos princípios pedagógicos mais importantes da PJM é o grupo. Por vezes, na vida universitária, o jovem que deixa sua família sente-se sozinho, esquecido, desprotegido e exposto a um mundo fora de seu conhecido universo familiar. É a angústia de não ter alguém de confiança para dividir os sonhos, as dúvidas, as dores e os amores. Por isso, os grupos da PJM na Universidade devem ser lugares concretos para o estreitamento dos laços comunitários, a construção da identidade, a partilha de visões e experiências, a constituição do senso crítico, o desenvolvimento de valores comunitários, o sentido de eclesialidade e solidariedade e o encontro e seguimento com Jesus de Nazaré. São lugares de partilha de ideias e do reconhecimento de que todos são filhos de Deus, onde cada um é reconhecido como pessoa e valorizado como tal.
Mas também é função dos grupos a formação de jovens líderes. A PJM no interior da Universidade deve se preocupar com a formação de pessoas qualificadas e críticas, capazes de agir com competência profissional na transformação social, colocando o saber construído e produzido a serviço da sociedade, principalmente daqueles que não tiveram nem terão acesso ao ensino superior. Por isso, a vida universitária (e nesse contexto a PJM) é parte constitutiva do processo formativo do jovem. É uma ampliação dos valores apreendidos durante toda a educação básica para se tornar instrumento favorável à implementação de um projeto de vida marcado pela consistência e coerente com os valores evangélicos da justiça e da solidariedade.
Muitos jovens chegam à Universidade com dúvidas sobre suas escolhas profissionais e pessoais e, muitas vezes, sentem-se infelizes com o curso superior escolhido. A PJM no ensino superior deve favorecer a reflexão acerca do projeto de vida, bem como oferecer ao jovem a possibilidade de conhecer e aprofundar as vocações específicas. “A dimensão vocacional é uma parte integrante da pastoral juvenil, tanto que uma pastoral vocacional específica encontra seu âmbito vital na pastoral juvenil e a pastoral juvenil somente é completa e eficaz quando se abre a dimensão vocacional.”
Na formação de lideranças se encontra um desafio real. É visível que os jovens têm anseio de transformação. Cabe a nós abrirmos o caminho para que possam ser sujeitos de sua história. Isto não significa que devam fazer tudo sozinhos, mas, pelo contrário, que precisamos caminhar juntos. É fundamental abrir espaços de participação e de decisão na própria na Universidade para que eles, aos poucos, possam seguir aprendendo a importância de tomar decisões com responsabilidade. Ao mesmo tempo, podemos fomentar projetos de solidariedade junto à comunidade, nos quais os jovens possam coordenar ou participar de ações concretas de transformação.
Na mesma medida é fundamental que o jovem universitário seja acompanhado. Não raro, os agentes responsáveis pelo acompanhamento, ou subestimam o conhecimento e a experiência dos jovens ou estão despreparados, propensos a infantilizar os processos formativos. Não basta simplesmente ter boa vontade. Ler e estudar sobre juventude e estar no meio dos jovens, buscando perceber seus sonhos e desafios, esperanças e dificuldades é essencial para quem deseja assumir a causa juvenil como campo preferencial de evangelização. Nesse sentido, uma das principais características do agente formador é ser um educador na fé. É uma pessoa que já clareou seu projeto de vida. Embora sejam os primeiros responsáveis por seu amadurecimento na fé, os jovens não caminham sozinhos. Partindo de suas vidas e preocupações, devemos como Pastoral Juvenil iluminá-los com a dimensão da fé e incentivá-los a uma ação concreta de encontro e mudança pessoal.
Com sabedoria, o Documento Internacional da PJM Evangelizadores entre os jovens assinala que existem muitos silêncios na vida dos jovens. É fundamental que aprendamos a compreendê-los e respeitá-los. A reverência a seus silêncios é uma forma concreta de aceitarmos sua autonomia e sua sabedoria pessoal, dando o tempo necessário para que elaborem as sínteses pessoais de vida.  Por vezes realizamos uma PJM invasiva e ruidosa.
A PJM deve ensinar ao jovem a vivência de sua vocação política. Para tanto, a organização é uma premissa essencial para os grupos. Com ela o jovem aprende a se posicionar criticamente em relação ao mundo que o cerca. Enquanto o compromisso da Universidade é produzir conhecimento científico de maneira transparente e democrática, a PJM, neste espaço, tem a responsabilidade de vivenciar o evangelho encarnado na realidade, promovendo uma Igreja acolhedora, participativa, profética e fraterna, comprometida com os mais necessitados e com o meio ambiente. Para tanto, os agentes formadores devem zelar, na preparação dos encontros, pelo planejamento, pela seleção de temas pertinentes à formação juvenil, pelos recursos necessários, pela participação e pela avaliação coletiva. O espaço do grupo serve ao jovem como referência para a aprendizagem de atitudes para a convivência social. Muito jovens se desencantam com a PJM porque sentem falta de cuidado com a preparação e com e desenvolvimento dos encontros e das atividades.
A linguagem adaptada ao universo juvenil constitui instrumento poderoso de encantamento e de metodologia. Não deve estar aquém, subestimando as experiências pessoais, tão pouco além, que impeça o jovem de compreender os temas abordados. Nesse sentido, as novas tecnologias devem ser aliadas à ação evangelizadora. Sabemos que a linguagem usada pela Igreja (e pela própria PJM) nem sempre responde às necessidades apresentadas pelos jovens, por vezes o afastando, por outras o alienando. Entretanto faz-se imprescindível, além de nova linguagem, um trabalho árduo que abra novo horizonte de sentido, onde os jovens construam uma espiritualidade enraizada em sua realidade concreta, permitindo-os fazer uma experiência de encontro com Deus a partir do solo de suas existências.
A realidade da maioria de nossos jovens universitários aponta para um complexo quadro de vulnerabilidades. Apesar de um significativo avanço social, há ainda uma imensa fatia de jovens empobrecidos, vítimas da violência, da falta de políticas públicas e da ausência espaços de cultura e participação. Como trabalhar essa dura realidade juvenil no interior de nossos grupos da PJM? Como nos recorda a MEM: “Cada criança e cada jovem é diferente. Cada grupo tem sua característica própria. Os diversos contextos culturais e as variadas circunstâncias criam suas próprias possibilidades e desafios à nossa Missão evangelizadora. Conscientes de tal pluralidade, desenvolvemos abordagens que consideram a disponibilidade e as necessidades particulares daqueles a quem somos enviados”. Buscando dar conta dessa realidade e como um compromisso de fé, cabe a PJM na Universidade a promoção do bem comum e a construção de uma ordem social, política e econômica justa e solidária. A educação na fé é concebida como ação transformadora da complexa realidade socioeconômica e político-cultural.
Por fim, a PJM na Universidade deve acreditar que há um divino em cada jovem, numa teologia juvenil revestida e encharcada de signos e valores. Os jovens têm um lindo itinerário na fé a ser percorrido e nós, adultos maristas das Universidades, devemos apoiar e acompanhar essa caminhada.


Agradeço ao Fabiano por ter autorizado a divulgação deste texto riquíssimo e esclarecedor. 
Aos amigos da PJM, cabe a leitura e reflexão e a prática de tudo isso que a PJM quer nos ensinar.

Um forte abraço.

@brotherjohnp

terça-feira, 5 de outubro de 2010

OS JOVENS E A PJM NA UNIVERSIDADE: REFLEXÕES, EXIGÊNCIAS E HORIZONTES - Parte I

O texto abaixo foi escrito por Fabiano Incerti, Assessor do Setor de Vida Consagrada e Laicato. Fabiano fez parte da equipe internacional que redigiu o documento da PJM em nível do Instituto Marista e esteve na Subcomissão da Pastoral Juvenil Marista das américas por 4 anos representando o Brasil.

Os últimos anos foram muito importantes para a ação evangelizadora realizada pelo Instituto Marista junto aos jovens no Brasil. Isso se deve especialmente pelo nascimento, em nível nacional, da Pastoral Juvenil Marista. Desde sua origem, em 2005, a PJM pretende ser uma pastoral adaptada ao seu tempo e sinal de compromisso na evangelização dos adolescentes e jovens. Em consonância com o projeto evangelizador da Igreja, principalmente com a opção preferencial pelos jovens proclamada pela Conferência de Medellín e revitalizada nas de Puebla e Santo Domingo, a Pastoral Juvenil Marista é uma proposta educativo-evangelizadora que, por meio da espiritualidade marista legada por São Marcelino Champagnat, busca, em parceria com os próprios jovens, dar respostas autênticas e consistentes aos anseios e necessidades mais fundamentais da juventude no novo milênio. Além disso, A PJM favorece o diálogo entre as Províncias Maristas do Brasil com as diversas instâncias representativas da Pastoral da Juventude e seus movimentos, em âmbito local, regional e nacional.
Essa ação evangelizadora se realiza de diferentes maneiras, segundo a enorme diversidade de experiências que se dão no meio da juventude. Ela torna-se atraente e acessível, quando chega ao jovem em sua situação e meio particular, nos momentos e dificuldades pelas quais passa no cotidiano. Tais processos de educação baseiam-se em uma espiritualidade encarnada e libertadora, que fundamenta suas raízes no amor de Jesus e de Maria, que está centrada no Evangelho, que integra as buscas vitais dos jovens, que ajuda a dar novo significado à identidade cristã, que assume as expressões juvenis em sua experiência e que é testemunhada e acompanhada pelos animadores, para ajudá-los a desenvolver a dimensão transcendente em conexão com sua vida.
Quando olhamos mais atentamente ao processo de desenvolvimento da PJM, passados esses anos, percebemos que um dos fatores de seu sucesso se encontra na adaptação que ela sofreu nas diferentes realidades onde foi implantada. Flexibilidade inteligente, pois, apesar das adequações necessárias aos vários públicos e ambientes, manteve um núcleo comum de identidade, como diretrizes, mística, simbologia, logomarca e metodologia. Contudo, também é verdade que a PJM esteve mais próxima das crianças e adolescentes nos espaços de educação básica, na faixa dos 11 aos 17 anos, e mais distante dos jovens da Universidade, dos 18 aos 24 anos. Essa distância, no entanto, jamais significou inércia. A PJM tem sabido entrar e permanecer na Universidade com a tranquilidade necessária para conquistar territórios, sob muitos aspectos, ainda desconhecidos.
Conhecer o perfil dos jovens que participam da PJM na Universidade é pressuposto fundamental para qualquer ação evangelizadora que pretenda ser eficaz. Enquanto categoria social, a juventude é marcada pela diversidade, não é algo homogêneo. Além de trabalharmos de modo diferenciado com as juventudes, conhecê-las é condição prévia para evangelizá-las: “ir onde os jovens estão.” Isso exige sensibilidade especial para a percepção das singularidades e das necessidades de cada um. Não devemos esquecer que a inconstância, a flexibilidade, a busca por novidade e, por vezes, a incoerência são aspectos a serem considerados diante de uma pessoa que está formando sua personalidade. A PJM deve ser um espaço para o exercício do respeito aos tempos de formação.
Com seu modo de interagir com a vida e com as estruturas, os jovens universitários desafiam a PJM. Por um lado, estão dispostos a vivenciar o processo sistemático e aprofundado de amadurecimento na fé; por outro, reivindicam um espaço de partilha de vida que os acolha a partir de seus questionamentos, de suas inquietudes e de seus sonhos. Eles estão em processo. Não se trata somente de discurso sem conteúdo ou de postura meramente intelectual, mas traduz-se num modo de vida carregado de mística. A PJM na Universidade precisa acompanhar os jovens em seus dilemas e medos mais profundos, em especial no que eles mesmos indicam como mais temerário em suas vidas: o medo da morte, o medo da violência e o medo de “sobrar”.
Poderia ser natural pensarmos que um projeto como a PJM, acontecendo nos espaços e nos tempos da Universidade, lugar por excelência do conhecimento e da busca pela verdade, deva se balizar por certa tendência “racionalizante” e “positivista” que apresenta a fé de maneira lógica, intelectual e “fria”, deixando de lado, por exemplo, aspectos simbólicos que precisam estar presentes tanto na explicação como na vivência dos diversos momentos do crescimento intelectual e espiritual. Talvez seja esse nosso maior engano. Faz falta a vivência e a vibração mística da fé e da vida. Porque, como nos recorda o documento Missão Marista na Educação Superior, “na instituição de educação superior católica, os estudantes precisam encontrar respostas para as questões fundamentais do ser humano: a verdade, o bem, a justiça e a transcendência”.
Nesse sentido, as Diretrizes da Pastoral Juvenil Marista são felizes ao afirmar que, para que o jovem seja sal da terra e luz do mundo, há de cultivar a vida de oração. O carisma marista, por meio da PJM, tem apontado à juventude universitária uma mística mais próxima de sua realidade. Precisamos intensificar com a juventude maneiras de rezar a vida. A oração e a espiritualidade devem estar em todas nossas atividades com eles. A dimensão da espiritualidade, tão própria do carisma marista, tem ajudado a juventude a criar interesse pela oração transformadora. Necessitamos, portanto, de uma PJM na Universidade que ensine o jovem a rezar integrando fé, cultura e vida, e que essa oração esteja vinculada e encarnada na realidade. Nesse contexto, o diálogo interreligioso e a promoção do ecumenismo são princípios fundamentais para uma PJM que aconteça nos ambientes plurais da Universidade.

Continua no próximo post. Aguarde!!!

@brotherjohnp

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Flores para Nossa Senhora: o Rosário!!!

Estimados jovens. O mês de outubro está ai e com ele a certeza de que nossa missão de jovens cristãos é estar sempre em busca de nossa felicidade sem esquecer a felicidade do outro. É um mês que geralmente refletimos sobre a nossa Missão. Nada mais justo do que levar em consideração essa nossa tão bela missão: amar e deixar-se amar. 

Quando refletimos sobre missão, não podemos deixar de pensar numa pessoa que teve uma linda missão na face da terra: Maria, a mãe de Jesus. A ela foi incumbida a nobre missão de trazer Jesus cristo a terra. Quando falamos de Maria no mês de outubro, nos reportemos ao rosário, pois outubro também é o mês que refletimos sobre essa tão bela oração.

 Meu primeiro texto deste mês quer trazer um desafio que vai fazer você ficar muito mais perto de nossa mãezinha do céu. Vamos aprender a cultivar o gosto pela oração do rosário. Para isso, devemos entender melhor sobre essa devoção difundida há tantos anos no meio católico. Que tal. Você topa esta parada? Estão vamos nessa.

No mês de agosto, tive a graça de estar na Guatemala por duas semanas. Na última noite da nossa permanência na Guatemala, saímos para jantar fora em um Shopping com muitos barzinhos, restaurantes, petiscaria etc. Por ser uma sexta-feira, quase todos os barzinhos estavam lotados. Quando estávamos já saindo para ir embora, percebi um fato muito curioso. Muitos jovens que ia encontrando pelo caminho tinham o terço pendurado no pescoço. Esse fenômeno já havia visto também no Brasil. Achei muito interessante, mas a dúvida ficou: por que será que eles usam o terço no pescoço? Modismo? Devoção? Ridicularização? Desafio? Afronta? Sinceramente não sei e nem perguntei, mas acredito que esse fato deve questionar muita gente. Mas então vamos ao que interessa. Se ligue no texto abaixo:

O que é o rosário? O nome significa “coroa de rosas”. É uma oração tão simples que é conhecida como a oração dos pobres, simples e humildes. É composto de orações como o Creio, o Pai-Nosso, a Ave-Maria, o Glória e a Salve-Rainha. A combinação destas orações transforma-se na maior e mais bela oração de louvor em honra a nossa querida Mãe Maria. 

O Rosário é uma forma de oração simples, mas de profundo sentido contemplativo. Escreveu o Papa, na sua Mensagem aos jovens, para o XVIII dia mundial da Juventude: “Recitar o Rosário significa aprender a contemplar Cristo, com os olhos da sua Mãe, amar Jesus com o coração da sua Mãe”.
Muitas vezes, ouço comentários a respeito da espiritualidade dos jovens. Muitos não acreditam que o jovem seja capaz de parar para rezar. Eu sempre acreditei na capacidade dos jovens. A força que o jovem trás dentro de si é capaz de fazer brotar muitas coisas boas. Acredito que na maioria das vezes o jovem não é orientado corretamente para usar essa força para o bem. Quando incutimos nos corações dos jovens essa prática devocional, alicerçada na própria Bíblia e nas palavras do Papa João Paulo II, estamos dando um passo muito grande em direção ao protagonismo juvenil. Quando encontramos um jovem, que através da oração do terço busca transformar a sua realidade, busca soluções para seus problemas e respostas para suas dúvidas através dessa oração, vemos ai um jovem agente de sua própria história, apto a auxiliar a transformar o mundo.  

A oração do rosário é muito fácil de ser rezada. Como oração devocional, o Rosário pode ser rezado a sós, em família, em grupos, em movimentos associativos, em pequenas comunidades, de forma comunitária (nas paróquias) etc. Veja o apelo do Papa João Paulo II na Mensagem papal para o dia mundial da juventude há alguns anos atrás: “Não tenhais vergonha de recitar o Rosário sozinho, ao irdes para a escola, a universidade ou o trabalho, ao longo do caminho e nos meios de transporte público. Habituai-vos a recitá-lo entre vós, nos vossos grupos, movimentos e associações”. Não exige um lugar específico. Então, você não pode usar como desculpa a falta de tempo.

E quando você deve começar a rezar esta oração? Querido jovem, se você ainda não tem essa prática, comece agora. Não espere os problemas chegarem a sua vida; não espere ter dúvidas com relação a sua fé; não espere acontecer algo. A hora é agora. Comece e você vai perceber a diferença em sua vida em pouco tempo. É através dessa oração de louvor a nossa querida Mãe Maria que vamos adquirindo forças para enfrentar, as dificuldades que encontramos em nossa vida.  Você duvida disso? Que tal fazer uma experiência? Esse será seu desafio: rezar o terço. Depois você vai me contar o resultado. Combinado?

E para finalizar e dar um ânimo para quem quiser levar adiante esse desafio, encontrei um Blog muito interessante. Tem um texto bem legal lá que diz: Sou jovem e rezo o terço. O link é o seguinte:

Querido/a leitor/a, fique na paz esse mês de outubro e se tiver passando por alguma dificuldade, peça a Mãe que ela leva esse pedido ao Pai. 
Sei que você pode pensar: mas não posso pedir direto ao Pai? Sim, você pode, mas eu valho-me de uma experiência minha quando adolescente: cada vez que queria ir ao cinema, pedia a minha mãe para que ela pedisse ao meu pai o dinheiro para eu ir ao cinema. Eu tinha medo, muitas vezes, mas confiava na minha mãe, e posso lhes garantir que o pedido dela ao meu pai, nunca falhou. É apenas uma sugestão.

Ter vergonha de rezar o terço ou dizer que reza essa magnífica oração, pode ser que você não concorda, mas é um baita tiro no pé!

Fique com Deus e se rezar o terço, por favor lembre de rezar pela minha mana Graça que está com cancer de mama. E reze por mim também.

Muito obrigado e abração.

@brotherjohnp